Fanfic: Believe
1º Temporada: Among reasons and Emotions.
Capítulo 1: Para de me chacoalhar!
-
Filha! – minha mãe gritou
empolgada se – você vai se atrasar.
-
Mãe, você fica me
inscrevendo nessas coisas de universidade em Londres...
-
Ai, ta bom então.
Peguei
meus óculos de nerd, coloquei minha roupa e desci tentando pentear meus
cabelos ruivos, sem sucesso.
-
Mãe – eu disse apontando
para o pente que agora estava preso sobre meu cabelo.
-
Filha – ela disse
enquanto me fazia sentar em uma cadeira de trás para ela e enquanto penteava
meu cabelo – você sabe que você é menor de idade, e que é quase proibido você
viajar sozinha né? Eu sei que sim – ela respondia as próprias perguntas – Mas
então, eu quero que você tome muito cuidado.
-
Tá bom mãe!
-
Prontinho. – ela disse
me entregando o pente
-
Obrigado.
Eu
subi, larguei o pente em cima da cama puxei minha mochila de rodinha e peguei a
minha bolsa.
Andamos
o resto do percurso em
silencio. Ela assinou os papeis que eu não poderia ter
assinado, já que sou menor.
-
Filha, você não precisa
fazer isso – ela disse abaixando a cabeça e eu não pude deixar de perceber uma
lagrima dançante despencando sobre sua bochecha e caindo sobre meu braço, que
estava apoiado sobre o ombro dela.
-
Tudo Bem mãe. Eu
realmente quero fazer isso.
-
Tudo bem.
-
“Vôo 135 saindo em 1
minuto, repito: Vôo 135 saindo em um
minuto, passageiros por favor entrem no avião imediatamente”
-
Mãe, eu preciso ir – eu
disse abraçando ela bem forte, enquanto sentia mais de suas lagrima caírem
sobre meus ombros descobertos.
-
Tchau! – ela disse
enquanto eu corria até a plataforma de entrada.
-
Tchau – eu disse em
gestos – eu amo você – dessa vez gritei me virei e o cara fechou a porta.
Eu
me sentei na poltrona que estava vazia (Ufa) escrevi um texto que continha
coisas absurdamente retardadas por isso apenas vou citar um trecho: “E Quando
você pensa que as portas estão abertas pra você, tudo que você vê é desgraça!”.
E depois disso acho que dormi, e acordei com uma garota me chacoalhando como se
eu fosse o João bobo.
-Acorda!
Acorda! Agente já chegou! – ela estava com uma roupa bem legal e não pude
deixar de perceber, sua pele sem espinhas e o piercing cravado em seu nariz,
como se fosse uma bolinha prata.
-
Tudo bem! Quem é você? –
eu disse esfregando os olhos e colocando meus óculos.
-
AnnaBeth, e você?
-
Anne. Já chegamos?
-
Não, ainda estamos
voando. – ela disse irônica.
-
E Então, vocês vão ficar
ai até eu decolar de novo? – o motorista disse.
-
Não – Anne gritou.
-
E Então, você veio pra
ficar?
-
Sim, vim fazer
Universidade – não pude deixar de perceber o sotaque brasileiro na sua voz.
-
Você é brasileira?
-
Sim.
-
Pode falar português
comigo tudo bem?
-
Sim – ela disse puxando
meu braço para sairmos do avião.
Saímos
do avião, e conversamos. Ela me disse que não sabia onde ia ficar e agora,
estamos dividindo apartamento. E Estamos
na mesma universidade! Que ótimo, pelo menos vou ficar com alguém que conheço.
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